Do consultório individual à clínica com vários profissionais, estruturamos a sua tributação para você reter mais do que ganha — com a segurança de quem entende a rotina da odontologia.
Muitos dentistas começam atendendo como pessoa física, pagando até 27,5% de imposto de renda no carnê-leão. Outros abrem empresa, mas caem no Anexo V do Simples e seguem pagando mais do que precisam, sem saber que existe um caminho legal mais leve.
A Lucront é especialista em contabilidade para a saúde. Aplicamos o Fator R para levar o seu consultório ao Anexo III, estruturamos pró-labore e distribuição de lucros e cuidamos da regularidade junto ao CRO-BA — para você focar no paciente, não na papelada.
◆ Quero pagar menos imposto
Seja você um recém-formado ou dono de uma clínica consolidada, há economia legal esperando ser destravada.
Enquadramento ideal para o dentista autônomo que abriu CNPJ e quer reduzir a mordida do imposto sobre cada procedimento.
Estruturação societária, pró-labore e contrato social que otimizam o Fator R e a distribuição de lucros entre os profissionais.
Organização das notas fiscais, repasses de convênios e recebimentos particulares com conciliação confiável.
Ortodontia, implantodontia, harmonização — atividades com ticket alto pedem planejamento para não pesar no imposto.
CLT, dentista parceiro ou PJ? Avaliamos a forma de contratação com segurança trabalhista e tributária.
Indicadores de faturamento, custo por cadeira e lucro real para o seu consultório crescer organizado.
As dúvidas que mais chegam de profissionais da odontologia.
Na maioria dos casos, o Simples Nacional com o Fator R é o mais vantajoso. Com a folha e o pró-labore bem estruturados, a atividade migra do Anexo V para o Anexo III, e a alíquota inicial cai de 15,5% para 6%. Cada caso precisa ser calculado individualmente — e é isso que fazemos no diagnóstico.
Não é obrigatório, mas abrir empresa costuma reduzir bastante a carga em relação ao carnê-leão do autônomo, que chega a 27,5%. Avaliamos o seu faturamento e mostramos, na ponta do lápis, quanto você economiza ao se formalizar.
Não. A odontologia é profissão regulamentada e não é permitida no MEI. O caminho é abrir como ME (Microempresa), normalmente no Simples Nacional, e aplicar o planejamento do Fator R.
Com planejamento contínuo do Fator R, pró-labore estruturado, escolha correta do anexo e distribuição de lucros isenta de imposto. É um acompanhamento mês a mês, não uma conta feita uma vez por ano.
Sim. Orientamos sobre a regularidade da empresa e do responsável técnico junto ao CRO-BA e mantemos todas as obrigações fiscais e contábeis em dia.
Faça um diagnóstico gratuito com a Luciana e veja, sem compromisso, o quanto a contabilidade certa muda o seu resultado.